Impacto de programa fisioterapêutico no desempenho funcional da criança com doença de Charcot-Marie-Tooth tipo 2: estudo de caso
O estudo visou verificar a influência de um programa fisioterapêutico nodesempenho funcional de uma criança com diagnóstico de Charcot-Marie-Tooth tipo 2. O participante (sexo masculino, 6 anos) apresentava comprometimento motor e sensitivo em membros superiores e inferiores. Antes e após o programa...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2007 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Fisioterapia e Pesquisa |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/75912 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/fpusp/article/view/75912 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | atividades cotidianas doença de Charcot-Marie-Tooth/reabilitação neuropatias motoras e sensoriais hereditárias/reabilitação. activities of daily living Charcot-Marie-Tooth disease/rehabilitation hereditary motor and sensory neuropathies. |
| Sumario: | O estudo visou verificar a influência de um programa fisioterapêutico nodesempenho funcional de uma criança com diagnóstico de Charcot-Marie-Tooth tipo 2. O participante (sexo masculino, 6 anos) apresentava comprometimento motor e sensitivo em membros superiores e inferiores. Antes e após o programa, o participante foi avaliado pelo Pediatric Evaluation Disability Inventory (PEDI), questionário que avalia o desempenho funcional de crianças na faixa de 6 meses a 7 anos e meio. O PEDI divide-se em três partes: habilidades funcionais (envolvendoautocuidado, mobilidade e função social), assistência do cuidador e modificações do ambiente; este estudo limitou-se à parte de habilidades funcionais. A partir das dificuldades detectadas na avaliação inicial, elaborou-se um programa de intervenção fisioterapêutica com base no conceito neuroevolutivo Bobath. O programa foi aplicado por 2 meses, sendo realizadas 2 sessões semanais de 50 minutos cada, totalizando 15 sessões. Na avaliação após a aplicação do programa, aumentou o escore normativo no PEDI, nas áreas de autocuidado (de 20,8 para 26,7) e mobilidade (de 40 para 54,9), especialmente nas habilidades de transferência, subir e descer escadas. Portanto, o programa de intervenção fisioterapêutica mostrou-se eficaz, promovendo melhora no desempenho funcional da criança. |
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