Da revista O Cruzeiro à coleção Vaga-Lume: literatura e mediação editorial em O Escaravelho do Diabo, de Lúcia Machado de Almeida

A partir da investigação comparativa de dois suportes editoriais nos quais o romance O escaravelho do diabo, de Lúcia Machado de Almeida, foi publicado, esta pesquisa analisa ambas as edições: a primeira datada de 1953 na revista O Cruzeiro, no formato de folhetim, e a segunda em livro, em 1974, na...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Tieppo, Luisa de Mello
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-11092024-131802
Acesso em linha:https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8156/tde-11092024-131802/
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Ática
Coleção Vaga-Lume
Editora Ática
Literatura
Literature
O Cruzeiro
O Escaravelho do Diabo
Vaga-Lume series
Descrição
Resumo:A partir da investigação comparativa de dois suportes editoriais nos quais o romance O escaravelho do diabo, de Lúcia Machado de Almeida, foi publicado, esta pesquisa analisa ambas as edições: a primeira datada de 1953 na revista O Cruzeiro, no formato de folhetim, e a segunda em livro, em 1974, na coleção Vaga-Lume, série infantojuvenil da editora Ática que havia sido criada um ano antes. A pesquisa participa do esforço de se construir um diálogo entre as áreas de Letras e Editoração, partindo dos conceitos de mediação editorial e do papel da ambiência discursiva na construção de sentido, de modo a analisar aspectos literários, materiais e os respectivos paratextos editoriais da obra nos formatos jornalístico e livresco, bem como traçar um breve panorama da história de O Cruzeiro, da editora Ática e da coleção Vaga-Lume e do livro infantojuvenil no país. Como resultados, observou-se que, a partir da edição de texto, um texto publicado para adultos na revista O Cruzeiro transformou-se em uma das obras literárias infantojuvenis mais lidas dos últimos tempos em nosso país, confirmando que a mediação editorial interfere na construção de sentido de um texto literário.