Morfologia e evolução de cerdas das coxas e trocanters de aranhas Theraphosinae (Mygalomorphae; Theraphosidae)

A ordem Araneae compreende um grupo de animais abundantes e de alta diversidade dentre os aracnídeos. Uma de suas três infraordens, a Mygalomorphae é caracterizada por sere morfologicamente homogenias, dificultando estudos de cunho evolutivos baseados em morfologia. Uma alternativa para este problem...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Lima, Arthur Galleti [UNESP]
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/150224
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/150224
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Aracnídeo
Filogenia de aranhas Theraphosinae
Ordem Araneae
Descripción
Sumario:A ordem Araneae compreende um grupo de animais abundantes e de alta diversidade dentre os aracnídeos. Uma de suas três infraordens, a Mygalomorphae é caracterizada por sere morfologicamente homogenias, dificultando estudos de cunho evolutivos baseados em morfologia. Uma alternativa para este problema são pesquisas que investigam ultraestruturas cuticulares, como cerdas estridulatórias, comuns em aranhas da família Theraphosidae, pertencente a esta infraordem. Os terafosídeos estão divididos em onze subfamílias, sendo que a mais diversa, a subfamília Theraphosinae, apresenta uma taxonomia fortemente baseada em estruturas cuticulares no nível genérico. Os objetivos deste trabalho foram: 1. Promover um inventário e descrições das variedades de cerdas nas coxas e trocanters de aranhas da subfamília Theraphosinae; 2. Codificar caracteres e estudar a evolução dessas estruturas em um contexto filogenético. O exame das cerdas foram realizados sob microscópio eletrônico de varredura e as investigações filogenéticas foram realizados através das matrizes propostas por Bertani et al. em 2011 e Perafán e colaboradores em 2016, com algumas modificações e inclusões de novos caracteres fundamentados neste trabalho. Os resultados foram divididos em três capítulos: I. Morfologia das cerdas estridulatórias; II. Evolução de cerdas estridulatórias nos gêneros Lasiodora, Proshapalopus, Pterinopelma, Nhandu, Vitalius, Pamphobeteus, Theraphosa, Cyrtopholis, Phormictopus, Acanthoscurria e Brachypelma; III. Análise cladística de gêneros Theraphosinae baseados em cerdas estridulatórias.