Cultura e humanidades: a abordagem arquetípica
Neste ensaio os autores definem o que constitui para eles o arquétipo, principalmente dentro de uma visão mitológica e histórica, e o distinguem de outras definições, demonstrando como, a um só tempo, o arquétipo é e não é histórico. Da mesma maneira, eles mostram como um mesmo arquétipo se manifest...
| Autores: | , |
|---|---|
| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Alagoas (UFAL) |
| Repositorio: | Revista Leitura (Maceió. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.seer.ufal.br:article/6672 |
| Acesso em linha: | https://www.seer.ufal.br/index.php/revistaleitura/article/view/6672 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Arquétipo crítica junguiana |
| Resumo: | Neste ensaio os autores definem o que constitui para eles o arquétipo, principalmente dentro de uma visão mitológica e histórica, e o distinguem de outras definições, demonstrando como, a um só tempo, o arquétipo é e não é histórico. Da mesma maneira, eles mostram como um mesmo arquétipo se manifesta em obras de diferentes períodos históricos, e indagam que princípio levaria um mesmo arquétipo a irromper em determinadas culturas e a permanecer "adormecido" em outras. Neste questionamento, os autores definem o papel do crítico literário arquetípico, ampliando a sua área de atuação, colocando-a não só num contexto psico-literário, como também cultural. DOI: 10.28998/0103-6858.1995v2n15-16p47-55 |
|---|