Atividade fitotóxica e fungitóxica de extratos de Vouacapoua cf americana Aublet (Leg.-Caesalp.), essência florestal nativa da Amazônia.
Embora seja reconhecida a resistência do acapu a micro-organismos, soluções a 1% (m/v) de extratos de cascas não apresentam especificidades sobre Fusarium solani f. sp. Piperis Albuq., Fusarium oxysporum Shel. e Colletotrichum agroflorestais e tem sido investigada como potencial fonte de biodefensiv...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2009 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da EMBRAPA (Repository Open Access to Scientific Information from EMBRAPA - Alice) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.alice.cnptia.embrapa.br:doc/881926 |
| Acceso en línea: | http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/881926 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Leguminosas Biodefensivos agrícolas Germinação Salinidade |
| Sumario: | Embora seja reconhecida a resistência do acapu a micro-organismos, soluções a 1% (m/v) de extratos de cascas não apresentam especificidades sobre Fusarium solani f. sp. Piperis Albuq., Fusarium oxysporum Shel. e Colletotrichum agroflorestais e tem sido investigada como potencial fonte de biodefensivos agrícolas. Com base nisso, objetiva-se com o presente trabalho avaliar a atividade fitotóxica e fungitóxica de extratos da casca de acapu obtidos mediante extração seletiva a frio e a quente, com solventes em ordem crescente de polaridade. Alíquotas dos extratos brutos n-hexânico e acetato de etila foram submetidas à cromatografia líquida a vácuo em coluna de silicagel, utilizando como eluentes solventes orgânicos e suas misturas binárias em ordem crescente de polaridade. Não se observou especificidade dos extratos brutos analisados em concentração de 1,0% sobre as espécies de fungos fitopatogênicos testadas: Fusarium solani, Fusarium oxysporum e Colletotrichum gloeosporioides. Contudo, utilizando-se esses mesmos extratos, verificou-se redução de até 44,68% na germinação de sementes da planta daninha malícia (Mimosa pudica), com reduções superiores para todos os extratos obtidos a frio. Foi observado que a fitotoxicidade do extrato bruto aquoso deveu-se à alta concentração de íons Na, promovida por estresse salino. Nos bioensaios com frações do extrato bruto n-hexânico em concentração de 0,2% e do extrato bruto acetato de etila em concentração de 1,0%, notou-se a inibição da germinação de sementes de malícia em até 41,67% e 33,33%, respectivamente. A partir dos resultados para avaliação da fitotoxicidade, concluiu-se que os extratos e frações são constituídos por fitotoxina(s) relativamente polar(es). |
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