A encenação da tradução e suas reformulações no discurso do Direito Comparado

RESUMO: O presente artigo colocará em evidência o uso da autonímia e da modalização autonímica como dispositivos descritivos-tradutórios relevantes em duas obras de Introdução ao Direito Francês que têm o objetivo comum de introdução, difusão e aprofundamento deste Direito junto a um público de juri...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Pietroluongo, Marcia Atalla
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2016
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
Repositório:Letras & letras (Online)
Idioma:português
OAI Identifier:oai:ojs.www.seer.ufu.br:article/32737
Acesso em linha:https://seer.ufu.br/index.php/letraseletras/article/view/32737
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Tradução jurídica
Direito Comparado
Autonímia e Modalização autonímica.
Descrição
Resumo:RESUMO: O presente artigo colocará em evidência o uso da autonímia e da modalização autonímica como dispositivos descritivos-tradutórios relevantes em duas obras de Introdução ao Direito Francês que têm o objetivo comum de introdução, difusão e aprofundamento deste Direito junto a um público de juristas brasileiros. Embora não sejam tradutores profissionais, os juristas comparatistas, no exercício de seu ofício, veem-se diante da necessidade de traduzir para comparar, donde se pode questionar que contribuições o Direito Comparado pode trazer ao campo da Tradução Jurídica, examinando como eles resolvem (ou não) os impasses comparativos e tradutórios com que são confrontados ao estudar e descrever sistemas jurídicos estrangeiros.