Dois Angélicos: Argan e Didi-Huberman

O presente artigo apresenta dois perfis criados para Fra Angelico por dois historiadores da arte, Giulio Carlo Argan e George Didi-Huberman. Cotejam-se aproximações existentes entre a percepção dos historiadores no que se refere ao caráter inabitual de Angelico dentro do contexto do Renascimento ita...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Bezerra, João Cícero Teixeira
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:ARS (São Paulo. Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/121441
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/ars/article/view/121441
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:historiography
Renaissance
critical
space
Fra Angelico.
Historiografia
Renascimento
Crítica
Espaço
Fra Angelico
Descripción
Sumario:O presente artigo apresenta dois perfis criados para Fra Angelico por dois historiadores da arte, Giulio Carlo Argan e George Didi-Huberman. Cotejam-se aproximações existentes entre a percepção dos historiadores no que se refere ao caráter inabitual de Angelico dentro do contexto do Renascimento italiano e as diferentes metodologias de abordagens usadas pelos estudiosos. Analisa-se o modo diferenciado de interpretação dado pelos autores às pinturas do artista e às fontes intelectuais formativas de Angelico, como São Tomás de Aquino, e apresenta-se o diálogo de ambos com a produção de Giorgio Vasari. Assim, o trabalho ajuíza sobre duas perspectivas historiográficas, a moderna de Argan e a contemporânea de Didi-Huberman, a fim de produzir um juízo acerca dos limites dos métodos.