Evidências e novas perspectivas no tratamento da doença de Alzheimer: Evidence and new perspectives in the treatment of Alzheimer’s Disease

A doença de Alzheimer é uma demência progressiva, irreversível, caracterizada pelo depósito de Aβ42 em diversas regiões encefálicas, além de atrofia cerebral difusa, mas com preferência pela região hipocampal. O tratamento atual da doença de Alzheimer é feito com anticolinesterásicos e a memantina....

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Detalles Bibliográficos
Autores: Xavier, Gabriel Meira, Carvalho, Maíra Érika da Silva, Araújo, Vítor Andrade de, Gomes, Leonardo Sousa, Dantas, Antonio Tito de Araújo, Neves, Arthur Leandro Anjos, Nunes, Juliana de Oliveira
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz)
Repositorio:Revista Veras
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/54119
Acceso en línea:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/54119
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:doença de Alzheimer
tratamento medicamentoso
tratamento da doença de Alzheimer
Descripción
Sumario:A doença de Alzheimer é uma demência progressiva, irreversível, caracterizada pelo depósito de Aβ42 em diversas regiões encefálicas, além de atrofia cerebral difusa, mas com preferência pela região hipocampal. O tratamento atual da doença de Alzheimer é feito com anticolinesterásicos e a memantina. Esses medicamentos possuem eficácia moderada e não alteram a história natural da doença, apesar de atrasar o declínio cognitivo. Resultados: Foram analisados 17 artigos, avaliando os fármacos: aducanumab, atabecestat, bapineuzumab, solanezumab e verubecestat, além de mudanças nas doses dos fármacos já utilizados atualmente. Objetivos: avaliar a eficácia, tolerabilidade e segurança dos novos medicamentos sendo desenvolvidos para o Alzheimer, assim como mudanças nos tratamentos já utilizados. Discussão: Diversos estudos têm sido feitos a fim de desenvolver um tratamento que altere o prognóstico da doença. Os medicamentos sendo testados são anticorpos monoclonais contra os depósitos de Aβ42, ou inibidores da enzima BACE1. Considerações finais: Não foi comprovado diminuição do declínio cognitivo nos estudos das substâncias testadas, além de custo elevado, necessidade de monitoramento constante e presença de efeitos colaterais significativos. Alterações feitas na dosagem dos anticolinesterásicos demonstraram benefício, mas são necessários mais estudos para implementar essas mudanças na prática clínica.