Fatores prognósticos da sobrevida no osteossarcoma primário: grau I versus II de Huvos

O objetivo deste trabalho foi comparar o prognóstico de sobrevida da graduação histológica após efeito da quimioterapia (graus I versus II de Huvos), visando também identificar fatores prognósticos no que diz respeito à sobrevida livre de recidiva local (SLRL), sobrevida livre de metástase (SLM) e s...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Bispo Júnior, Rosalvo Zosimo
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2009
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-24022010-153548
Acceso en línea:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5140/tde-24022010-153548/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Bone neoplasms/drug therapy
Bone neoplasms/epidemiology
Bone neoplasms/pathology
Bone neoplasms/surgery
Neoplasias ósseas/cirurgia
Neoplasias ósseas/epidemiologia
Neoplasias ósseas/patologia
Neoplasias ósseas/quimioterapia
Descripción
Sumario:O objetivo deste trabalho foi comparar o prognóstico de sobrevida da graduação histológica após efeito da quimioterapia (graus I versus II de Huvos), visando também identificar fatores prognósticos no que diz respeito à sobrevida livre de recidiva local (SLRL), sobrevida livre de metástase (SLM) e sobrevida global (SG), em pacientes portadores de osteossarcoma primário não metastático ao diagnóstico. Vinte e quatro entre 45 pacientes admitidos no Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo IOT/HC/FMUSP, entre 2000 e 2004, foram eleitos para o estudo, segundo os critérios de inclusão e exclusão utilizados. As probabilidades de sobrevida acumuladas foram feitas pela técnica de Kaplan-Meier e os índices I e II de HUVOS comparados pelos testes de Log Rank. A análise multivariada foi feita pela técnica de regressão logística com modelo de risco proporcional de COX e a validade estatística estabelecida para valores de p<0,05. Os graus I e II de Huvos, quando comparados, não foram considerados de valor prognóstico em nenhuma das sobrevidas estudadas (SLRL, SLM e SG). Os fatores adversos que influenciaram o risco de recidiva local e a sobrevida global, na análise univariada foram: subtipo histológico diferente do osteoblástico (p=0,017) e o tamanho tumoral maior que 15 cm (p=0,048). Em relação à SLM o subtipo não osteoblástico (p=0,007) teve um pior prognóstico. O subtipo histológico manteve sua significância na análise multivariada em todas as sobrevidas estudadas