Síntese de polímeros contendo selênio para a obtenção de materiais inteligentes com propriedades de autocura
O presente trabalho visa à síntese de disselenetos bifuncionais que possam ser empregados como monômeros em reações de polimerização para o desenvolvimento de novos materiais poliméricos inteligentes com propriedades de autocura. No trabalho, foram sintetizados com sucesso seis diferentes monômeros...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/253921 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/253921 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Polímeros Selênio Polímeros inteligentes Blendas de polímeros Polimerização Copolímeros Materiais poliméricos |
| Sumario: | O presente trabalho visa à síntese de disselenetos bifuncionais que possam ser empregados como monômeros em reações de polimerização para o desenvolvimento de novos materiais poliméricos inteligentes com propriedades de autocura. No trabalho, foram sintetizados com sucesso seis diferentes monômeros contendo grupos funcionais do tipo ácido carboxílico, hidroxila e amina. Posteriormente, estes foram então aplicados na obtenção de polímeros com diferentes tipos de composição e arquiteturas. Deste modo, uma série de estruturas poliméricas até então não relatadas na literatura foram obtidas, as quais apresentaram diferentes propriedades moleculares, dependendo da relação e proporção de monômeros empregados em suas sínteses. Os polímeros sintetizados apresentaram crescimentos de massa molar de até 17600 g mol-1 , onde aqueles que puderam ser moldados à temperatura ambiente foram avaliados qualitativamente quanto às suas propriedades de autocura. Para as estruturas analisadas, em sua maioria foram observados teores de regeneração superficial completos empregando apenas 12 h de tratamento com luz visível branca e de baixa energia. Além disso, algumas das espécies poliméricas também foram avaliadas quanto à capacidade de promover a autocura em blendas poliméricas que contém uma fase não autocurável de poli(ε-caprolactona), onde mesmo com pequenas concentrações de ligações dinâmicas na estrutura efeitos regenerativos consistentes foram alcançados, comprovando a versatilidade dos materiais desenvolvidos. |
|---|