[pt] O SACRIFÍCIO E O PATHOS DIVINO: APROXIMAÇÕES ENTRE RENÉ GIRARD E JÜRGEN MOLTMANN

[pt] O sacrifício e o pathos divino, aproximações entre René Girard e Jürgen Moltamnn se inscreve entre as férteis articulações interdisciplinares da teologia deste tempo aberto e sensível ao falar de Deus na contemporaneidade. As pistas deixadas pela estranha relação entre a violência e a religião,...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: SIDNEI JOSE DA SILVA
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)
Repositorio:Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:MAXWELL.puc-rio.br:47089
Acceso en línea:https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=47089&idi=1
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=47089&idi=2
http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.47089
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:[pt] JESUS CRISTO
[pt] SACRIFICIO
[pt] QUENOSE
[pt] PATHOS DIVINO
[pt] VITIMA
[en] JESUS CHRIST
[en] SACRIFICE
[en] QUENOSE
[en] DIVINE PATHOS
[en] VICTIM
Descripción
Sumario:[pt] O sacrifício e o pathos divino, aproximações entre René Girard e Jürgen Moltamnn se inscreve entre as férteis articulações interdisciplinares da teologia deste tempo aberto e sensível ao falar de Deus na contemporaneidade. As pistas deixadas pela estranha relação entre a violência e a religião, que haviam inquietado de longa data a etnologia, mas que recentemente arrefeceram-se com respostas esparsas, receberam novo fôlego através das obras de Girard. Partindo da mesma chave hermenêutica sacrificial, mas usando categorias epistemológicas distintas, o pensamento de Girard e a teologia de Moltmann se fundem, demosntrando a inusitada unidade testemunhal dos Evangelhos como complementação definitiva da narrativa da história salvífica e demonstração plena do pathos de Deus em favor de toda a humanidade. Isso se deve não simplesmente porque o Crucificado esteja vindicado e inscrito na atrocidade e violência dissimulada, mas exatamente por ser ele a vítima menos provável de toda a história.