UMA COMPREENSÃO DO PRETÉRITO IMPERFEITO DO SUBJUNTIVO PELO VIÉS DA TEMPORALIDADE E DA MODALIDADE

Este trabalho objetiva apresentar uma releitura da discussão de Prestes (2007) sobre a temporalidade (Teoria do Tempo Relativo) e a modalidade (Neves e Souza, 1999) do Pretérito Imperfeito do Subjuntivo (PIS). Em estudo empírico de um corpus de língua escrita, Prestes (2003) encontrou um padrão no e...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Prestes, Graziela Jacques
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Cadernos do IL (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:seer.ufrgs.br:article/26025
Acceso en línea:https://seer.ufrgs.br/index.php/cadernosdoil/article/view/26025
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:pretérito imperfeito do subjuntivo – temporalidade – modalidade
Descripción
Sumario:Este trabalho objetiva apresentar uma releitura da discussão de Prestes (2007) sobre a temporalidade (Teoria do Tempo Relativo) e a modalidade (Neves e Souza, 1999) do Pretérito Imperfeito do Subjuntivo (PIS). Em estudo empírico de um corpus de língua escrita, Prestes (2003) encontrou um padrão no emprego do PIS, qual seja: PIS factuais tendem a ocorrer com eventos passados (A novidade fez com que ganhasse corpo a ideia...), contrafactuais, com eventos presentes (Não estivéssemos numa crise...) e eventuais ou hipotéticos, com eventos futuros (Talvez os índios achassem até graça se...). Esse resultado permite algumas conclusões: a) o PIS não expressa somente hipótese, irrealidade, mas também eventos considerados reais;b) as relações entre os constituintes temporais e modais organizam o PIS.