Psicologia para fazer a crítica? apologética, individualismo e marxismo em alguns projetos psi
O presente trabalho empreende uma análise histórico-sistemática de alguns projetos de psicologia com a finalidade de problematizar a relação entre os desdobramentos internos da psicologia com os acontecimentos histórico-sociais e debates filosóficos mais gerais. Argumenta-se que a psicologia enquant...
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-CAMPINAS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional PUC-Campinas |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.sis.puc-campinas.edu.br:123456789/15717 |
| Acceso en línea: | http://repositorio.sis.puc-campinas.edu.br/xmlui/handle/123456789/15717 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | decadência ideológica marxismo psicologia crítica individualismo ideological decadence marxism critical psychology individualism |
| Sumario: | O presente trabalho empreende uma análise histórico-sistemática de alguns projetos de psicologia com a finalidade de problematizar a relação entre os desdobramentos internos da psicologia com os acontecimentos histórico-sociais e debates filosóficos mais gerais. Argumenta-se que a psicologia enquanto complexo social específico nasceu quando a busca de compreensão da autoatividade humana pela burguesia foi abandonada e convertida na busca para justificar e naturalizar a ordem social. Para analisar este processo buscou-se delinear o terreno histórico-filosófico mais amplo do qual brotou a psicologia e utilizou-se a categoria decadência ideológica para problematizar o nascimento da psicologia. Para defender esta tese analisam-se três conjuntos de projetos psi que se desenvolveram entre os séculos XIX e XXI: (a) os projetos que se desenvolveram desde o surgimento do projeto de psicologia wundtiano até o giro behaviorista ocorrido na primeira metade do século XX; (b) as propostas que articularam psicologia e marxismo que emergiram entre a revolução russa de 1917 e a revolução cubana na segunda metade do século XX; (c) os projetos de psicologia crítica que emergiram a partir de 1968 e se desenvolveram até os primeiros anos do século XXI. Uma ênfase especial é dada para a relação entre psicologia, individualismo e marxismo. Nas considerações finais discutem-se as possibilidades de se desenvolver uma psicologia marxista e de eliminar o papel da apologética no interior da psicologia. |
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