ANÁLISE QUALI-QUANTITATIVA DA ESPÉCIE Ligustrum lucidum W.T. Aiton NAS AVENIDAS DE CAMPO MOURÃO, PR

A espécie Ligustrum lucidum, de origem asiática, tornou-se invasora por ser altamente adaptável as condições climáticas dos países da América do Sul. Introduzida com propósitos ornamentais na arborização urbana, tem ocasionado problemas nas florestas ombrófila mista com presença de araucária, na reg...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Bilmayer, Ana Flávia, Alves, Grenda Costa Cordeiro, Redondo, Guilherme, Ferreira, Igor José Malfetoni, Caxambu, Marcelo Galeazzi
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2017
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Repositório:Revista da Sociedade Brasileira de Arborização Urbana
Idioma:português
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/63581
Acesso em linha:https://revistas.ufpr.br/revsbau/article/view/63581
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Exótica invasora
Georreferenciamento
Conflitos com equipamentos urbanos.
Descrição
Resumo:A espécie Ligustrum lucidum, de origem asiática, tornou-se invasora por ser altamente adaptável as condições climáticas dos países da América do Sul. Introduzida com propósitos ornamentais na arborização urbana, tem ocasionado problemas nas florestas ombrófila mista com presença de araucária, na região sul do Brasil. Assim, este trabalho teve por objetivo analisar quali-quantitativamente a espécie L. lucidum nas principais avenidas de Campo Mourão, Paraná. A referida análise deu-se a partir da aplicação de uma lista de verificação para cada exemplar, levantando informações sobre localização, dimensões, conflitos com equipamentos urbanos (fiação, passeio público e espaço disponível para o desenvolvimento), poda e fitossanidade. Foram registrados 1037 indivíduos de L. lucidum em 16 das 18 avenidas em estudo e constatou-se que destes, 93% apresentaram ao menos um conflito com algum equipamento urbano. Em relação à fitossanidade, obteve-se um total de 191 árvores classificadas como boas (18,4%), 435 listadas como regulares (42%) e 411 como ruins (39,6%). Portanto, tendo em vista os diversos problemas com a infraestrutura urbana e fitossanidade abordados neste trabalho, conclui-se que o uso da espécie na arborização urbana pode ser considerado inapropriado.