Trends and predictors of HIV-1 acquired drug resistance in Minas Gerais, Brazil: 2002-2012
Vários estudos mostram que a prevalência do vírus HIV-1 multirresistente está diminuindo com o tempo. Um estudo de coorte retrospectivo foi realizado para avaliar as tendências de resistência a medicamentos em indivíduos expostos ao tratamento antirretroviral em um estado de um país de renda média,...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFMG |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufmg.br:1843/47681 |
| Acceso en línea: | https://doi.org/10.1016/j.bjid.2016.11.009 http://hdl.handle.net/1843/47681 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | HIV Antiretroviral Genotyping Resistance Epidemiology Antirretrovirais Epidemiologia |
| Sumario: | Vários estudos mostram que a prevalência do vírus HIV-1 multirresistente está diminuindo com o tempo. Um estudo de coorte retrospectivo foi realizado para avaliar as tendências de resistência a medicamentos em indivíduos expostos ao tratamento antirretroviral em um estado de um país de renda média, Minas Gerais, região sudeste do Brasil. Foram analisadas 2.115 sequências de HIV-1 de 2002 a 2012, de 52 cidades de Minas Gerais. Os grupos foram analisados de acordo com as definições: “IAS– 3 classes de mutações”, se ≥1 mutação de resistência a medicamentos da lista IAS 2015 (DRM) estava presente em cada classe; “Nenhum medicamento totalmente suscetível” como a ausência de qualquer medicamento totalmente suscetível no algoritmo de Stanford; e "GSS ≥ 2", quando um GSS (pontuação de suscetibilidade genotípica) máximo calculado foi ≥2 ou ≥3, contando apenas as drogas disponíveis no Brasil e nos EUA em determinados anos civis. As tendências temporais de resistência foram analisadas pelo teste de Cochran-Armitage. Observamos uma diminuição na taxa de mutações de resistência para IP, NRTI, “IAS – mutações de classe 3” e “Nenhum medicamento totalmente suscetível” ao longo desses 11 anos, de 69,2% para 20,7%, 92,3% para 90,2%, 46,2% para 22,5% , e 12,8% para 5,7%, respectivamente (p < 0,05). A resistência aos NNRTI aumentou de 74,4% para 81,6%, principalmente por causa da mutação K103N. O escore GSS ≥2 aumentou durante os anos de 35,9% para 87,3% (p < 0,001) Demonstramos que a resistência aos IP e às três principais classes simultaneamente está diminuindo, embora o número de pacientes em uso de terapia antirretroviral tenha dobrado nos últimos dez anos no Brasil (125.000 em 2002 para 400.000 em 2014). e a disponibilidade de mais opções terapêuticas pode ter influenciado esse declínio. a facilidade na resistência aos NNRTI pode limitar esta classe como tratamento de primeira linha no Brasil no futuro. |
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