Estudo do microclima e conforto térmico proporcionado por cinco espécies de árvores urbanas do município de Gurupi, TO
A vulnerabilidade ao estresse térmico, uma das principais causas do desconforto humano, pode ser um dos elementos chaves, nos centros urbanos em regiões de climas quentes. Neste cenário, a arborização urbana é considerada uma das ferramentas na mitigação deste efeito, sobre o ambiente urbano. Para t...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Tocantins (UFT) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFT |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.uft.edu.br:11612/391 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11612/391 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CNPQ::ENGENHARIAS Arborização urbana Sombreamento Índice de calor Carta bioclimática de Olgyay Urban forestry Shading Heat index Olgyay's bioclimatic chart |
| Sumario: | A vulnerabilidade ao estresse térmico, uma das principais causas do desconforto humano, pode ser um dos elementos chaves, nos centros urbanos em regiões de climas quentes. Neste cenário, a arborização urbana é considerada uma das ferramentas na mitigação deste efeito, sobre o ambiente urbano. Para tal efeito, esta ferramenta precisa de maior informação sobre a consequência que as árvores produzem nas imediações em termos de redução do estresse térmico e sobre a variabilidade deste efeito com as espécies e as estações do ano. Neste trabalho objetivou-se caracterizar e analisar o microclima e o conforto térmico, nas imediações de cinco espécies de árvores Pachira aquática Aubl.(Monguga); Mangifera indica L.(Mangueira); Caesalpinia pluviosa DC.(Sibipiruna); Syzygium malaccense (L.) Merr. & LMPerry (Jambo vermelho) e Licania tomentosa (Benth.) Fritsch (Oiti), localizadas no setor central de Gurupi, Tocantins no ano 2016. As variáveis microclimáticas consideradas foram: temperatura, umidade relativa, e velocidade do vento, registradas através de uma estação meteorológica portável, marca Skymaster, modelo SM-28, às distâncias: 0 m (sombra), 5 m, 10 m e 15 m (sol) do fuste da árvore, nos horários 10:00 h, 12:00 h e 14:00 h. A caracterização do conforto térmico se baseou no índice de calor e na carta bioclimatica de Olgyay adaptada a climas quentes. Todas as variáveis foram consideradas no espaço atingido pelo efeito da árvore e analisadas estatisticamente. Com respeito ao índice de calor, a média do estudo foi de 34±1,1°C categorizado como “cuidado extremo”, ao passo que no período úmido dos meses outubro e dezembro a média esteve próxima à categoria: “cuidado”. Também se observaram atenuações de temperatura de 0,5ºC e de 2ºC entre a sombra e o sol, com probabilidades de 0,76 e 0,53, respectivamente. Das espécies estudadas, a Mangueira foi a que mais contribui para atenuações de 0,5ºC (p=0,92) e de 2ºC (p=0,67). O período seco foi analisado particularmente por ser considerado crítico termicamente, encontrando-se destaque das espécies Oiti, Mangueira e Sibipiruna. Com relação ao conforto térmico, pela carta de Olgyay mostrou-se que na sombra o conforto pode ser atingido desde que tenha ventos superiores aos 1ms-1. Pelos resultados podem-se inferir efeitos positivos de todas as árvores presentes na arborização urbana com as características das espécies estudadas. |
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