OS OBJETOS DA SUBLIMAÇÃO
O objeto a nomeia um limite interno irredutível aos poderes da formalização. A parte, o a, inscreve-se a si própria numa lógica que, na medida em que é êxtima, caracteriza o a como aquilo informalizável de uma estrutura. O a não é produto de uma estrutura articulada mas de um corpo dividido. Além do...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2007 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Literatura e Sociedade (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/23621 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/ls/article/view/23621 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Object a ready-made Das Ding. Objeto a |
| Sumario: | O objeto a nomeia um limite interno irredutível aos poderes da formalização. A parte, o a, inscreve-se a si própria numa lógica que, na medida em que é êxtima, caracteriza o a como aquilo informalizável de uma estrutura. O a não é produto de uma estrutura articulada mas de um corpo dividido. Além dos objetos a naturais, Lacan também apontou os objetos de sublimação, aqueles objetos que preenchem o lugar do objeto como objeto perdido, quer dizer, que ocupam o lugar de Coisa. De maneira semelhante, a genialidade de Duchamp consistiu em mostrar que a arte deve ser reconhecida em contexto. |
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