Detecção de Xylella fastidiosa e quantificação da clorose variegada dos citros em pomares no Amazonas

A clorose variegada dos citros (CVC) é uma doença causada pela Xylella fastidiosa subsp. pauca, bactéria Gram-negativa limitada ao xilema das plantas e disseminada por vetores e material propagativo infectado. Em meados da década de 1980 e início dos anos 2000, a CVC foi considerada a doença mais gr...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Araújo, Emanuelle Valeska Bilhar, http://lattes.cnpq.br/7477630677887597, 0000-0001-9654-4595
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Amazonas (UFAM)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFAM
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:https://tede.ufam.edu.br/handle/:tede/9725
Acceso en línea:https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/9725
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Fitopatologia - Diagnóstico
Pragas agrícolas - Controle
CIENCIAS AGRARIAS: AGRONOMIA
CIENCIAS AGRARIAS:AGRONOMIA: FITOSSANIDADE: FITOPATOLOGIA
Epidemiologia
CVC
PCR
Amazonas
Descripción
Sumario:A clorose variegada dos citros (CVC) é uma doença causada pela Xylella fastidiosa subsp. pauca, bactéria Gram-negativa limitada ao xilema das plantas e disseminada por vetores e material propagativo infectado. Em meados da década de 1980 e início dos anos 2000, a CVC foi considerada a doença mais grave dos citros no Brasil, causando perdas na produção e prejuízos milionários aos produtores. O patógeno foi detectado pela primeira vez no Amazonas em 2007, onde foram realizados estudos de avaliação visual da doença, e também a detecção e isolamento do patógeno. Em 2021, um outro estudo foi realizado com foco somente na detecção da bactéria. Nesse sentido, este trabalho buscou quantificar a intensidade da doença, isolar e detectar o patógeno em pomares oriundos da região metropolitana de Manaus (AM). A intensidade da doença foi quantificada usando as medidas de incidência e severidade em plantas com diferentes idades e combinações copa-porta-enxerto, como as copas de laranjeira ‘Pêra’ e ‘Natal’ e os enxertos de Limão ‘Cravo’ e Tangerina ‘Cleópatra’. O isolamento bacteriano foi realizado com as técnicas de diluição seriada e de “prints” ou carimbo em meio de cultura BCYE. A detecção molecular foi feita através de PCR convencional com os primers específicos para X. fastidiosa, RST31/RST33, usando como molde o DNA genômico vegetal e bacteriano. As maiores incidências foram observadas em Iranduba e Manaus, com 100% da doença nas plantas inspecionadas, seguidas por Rio Preto da Eva, com 68%, os maiores níveis de severidade em pomares destes municípios foram no nível 4, todos os quadrantes com sintomas. O isolamento bacteriano resultou no crescimento de 21 isolados de Rio Preto da Eva e 14 isolados de Manaus. A presença da doença foi detectada em quatro dos oito municípios avaliados.