O drama de Solness e o modo-de-ser extravagante na obra de Binswanger:
O presente trabalho tem por objetivo analisar o modo-de-ser malogrado da existência, denominado extravagante, por Binswanger. Essa compreensão se dá a partir de sua Daseinsanalyse, fortemente influenciada pela analítica existencial de Martin Heidegger. Para isso, utilizamos a poesia dramática Solnes...
| Autores: | , |
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Sociedade Brasileira de Psicopatologia Fenômeno-Estrutural (SBPFE) |
| Repositório: | Psicopatologia Fenomenológica Contemporânea |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:ojs.rpfc.emnuvens.com.br:article/1008 |
| Acesso em linha: | https://www.revistapfc.com.br/rpfc/article/view/1008 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Daseinsanalyse Binswanger Extravagância, Ibsen. |
| Resumo: | O presente trabalho tem por objetivo analisar o modo-de-ser malogrado da existência, denominado extravagante, por Binswanger. Essa compreensão se dá a partir de sua Daseinsanalyse, fortemente influenciada pela analítica existencial de Martin Heidegger. Para isso, utilizamos a poesia dramática Solness, o construtor, de Henrik Ibsen, citada por Binswanger como exemplo de extravagância. No entanto, o autor não avançou na apresentação dos motivos pelos quais a obra assume esse valor. Pretendemos ampliar essa análise, demonstrando as relações entre a obra e o modo-de-ser malogrado da existência extravagante, por meio de reflexões que permitem compreender que a Daseinsanalyse possibilita recolocar os sintomas psicopatológicos em seu fundamento originário, que é a própria existência. Neste sentido, a extravagância, antes de ser uma ideia, comportamento ou pensamento, tem sua raiz na desproporção de estruturas fundamentais existenciais apriorísticas, que possibilitam ao Dasein mostrar-se como ser-no-mundo. |
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