Uma educação libertadora? : escuta e diálogo com estudantes migrantes e refugiadas no Ensino Superior
A globalização e fatores sociopolíticos, econômicos e educacionais, dentre outros, levam as pessoas a migrar. As mulheres migrantes e as refugiadas enfrentam desafios relacionados ao gênero, como violência, limitações no mercado de trabalho e nas oportunidades educacionais. Aquelas que conseguem ing...
| Autores: | , |
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositório: | Cadernos de Gênero e Diversidade |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.ufba.br:article/55639 |
| Acesso em linha: | https://periodicos.ufba.br/index.php/cadgendiv/article/view/55639 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Educação libertadora Mulheres migrantes e refugiadas Ensino Superior Multiculturalismo migração mulheres Educação |
| Resumo: | A globalização e fatores sociopolíticos, econômicos e educacionais, dentre outros, levam as pessoas a migrar. As mulheres migrantes e as refugiadas enfrentam desafios relacionados ao gênero, como violência, limitações no mercado de trabalho e nas oportunidades educacionais. Aquelas que conseguem ingressar no ensino superior podem enfrentar desafios adicionais na convivência e na permanência no ambiente acadêmico. Nesse cenário, este estudo teve como objetivo refletir sobre a educação como prática da liberdade, a partir das teorias de Paulo Freire e bell hooks, por meio de relatos pessoais de mulheres migrantes e refugiadas, estudantes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-Minas). Nas narrativas, são observados os principais desafios enfrentados, como falta de entusiasmo e solidão. Também se identifica que apoio e reconhecimento representam elementos essenciais para o bem-estar dessas mulheres, reforçando a ideia de que as ações de acolhimento e a (in)formação para a comunidade universitária que recebe essas mulheres são prementes. |
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