O impacto de fatores ansiogênicos em pacientes portadores de Disfunções Temporomandibulares (DTM) atendidos na Policlínica Odontológica da Universidade do Estado do Amazonas durante a pandemia do novo coronavírus (COVID-19)

A pandemia gerou um estado de calamidade e pânico social a nível global, intensificando os níveis de estresse e ansiedade, fazendo com que as pessoas sofressem impactos psicológicos e sociais em diferentes graus. Ademais, afetou diretamente pacientes com dores orofaciais, bruxismo e Disfunções Tempo...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Garcez, Widla Emanuella Pereira Barreto, Cabral, Lioney Nobre
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2022
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI)
Repositório:Research, Society and Development
Idioma:português
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/37626
Acesso em linha:https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/37626
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Pandemia de COVID-19
Transtornos de la articulación temporomadibular
Distrés psicológico
Ansiedad.
Pandemia COVID-19
Transtornos da articulação temporomandibular
Angústia psicológica
Ansiedade.
COVID-19 Pandemic
Temporomandibular joint disorders
Psychological distress
Anxiety.
Descrição
Resumo:A pandemia gerou um estado de calamidade e pânico social a nível global, intensificando os níveis de estresse e ansiedade, fazendo com que as pessoas sofressem impactos psicológicos e sociais em diferentes graus. Ademais, afetou diretamente pacientes com dores orofaciais, bruxismo e Disfunções Temporomadibulares, uma vez que os mesmos são influenciados pelo estado emocional do ser. O presente estudo visou estudar o impacto de fatores ansiogênicos em pacientes portadores de DTM atendidos na PoliUEA durante a pandemia do COVID-19. Trata-se de um estudo analítico, observacional transversal com abordagem qualitativa a ser quantificada. Dessa forma, utilizou-se um questionário baseado no DC/TMD para a coleta de dados. Obteu-se uma amostra de 83 pacientes, sendo: 74 (89,1%) mulheres e 9 (10,9%) homens e uma faixa etária prevalente entre 18 e 59 anos (96,4%). 54,2% dos pacientes informaram ter preocupações variadas enquanto que 63,9% relataram o sentimento de nervosismo e/ou ansiedade. 88% apontaram agravamento de dores durante o período de isolamento social enquanto que 12% informaram nenhuma mudança significativa na questão de piora da sintomatologia dolorosa. Com base nos resultados, concluiu-se que há uma relação entre o agravamento sintomatológico dos pacientes portadores de DTM atendidos na PoliUEA causado pelo isolamento social durante a pandemia do COVID-19 e  recomenda-se a utilização de métodos - como o DC/TMD - que englobem também a avaliação biopsicossocial do paciente, uma vez que há indicadores de tal impacto na dor do indivíduo.