Análise de espessuras de tecidos moles faciais em uma amostra brasileira

A reconstrução facial forense tem sido empregada como um importante recurso nos casos em que um corpo se encontra em estágio avançado de decomposição, mutilado ou esqueletizado. Sob essas circunstâncias, definir a identidade por métodos primários torna-se inviável. Simular uma face sobre uma estrutu...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Paris, Larissa Marceli Lemes
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-26102021-170100
Acceso en línea:https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23158/tde-26102021-170100/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Antropologia Forense
Computed Tomography
Forensic Anthropology
Forensic Facial Reconstruction
Human Identification
Identificação Humana
Reconstrução Facial Forense
Tomografia Computadorizada
Descripción
Sumario:A reconstrução facial forense tem sido empregada como um importante recurso nos casos em que um corpo se encontra em estágio avançado de decomposição, mutilado ou esqueletizado. Sob essas circunstâncias, definir a identidade por métodos primários torna-se inviável. Simular uma face sobre uma estrutura óssea, de forma que essa reconstrução possibilite o reconhecimento por familiares e amigos, e, por fim, determinar a identidade positiva de alguém que se encontra desaparecido constitui uma técnica que as ciências forenses são capazes de proporcionar. As etapas que permitem que uma reconstrução facial forense ocorra de forma precisa dependem de dados como os de espessura de tecidos moles faciais, que são obtidos por diversas técnicas e são específicos para cada população, de modo que são necessários dados referentes à população brasileira. Neste trabalho, foram analisados 88 exames de tomografias computadorizadas de feixe cônico, obtidos junto ao banco de dados de uma instituição brasileira. Para a realização das medidas, foi utilizado o método proposto por Beaini em 2013. Os resultados apontaram espessuras de tecidos moles compatíveis com as encontradas por Beaini, fornecendo uma tabela atualizada de dados de espessuras de tecidos moles faciais de indivíduos brasileiros, para uso em reconstrução facial forense.