Geografias corpóreas: o corpo como território para insurgir paisagens

Este trabalho segue as pistas da memória, entendendo o corpo em performance conectado com o meio em que vive, como lugar de rastreamento no qual os acontecimentos poéticos se iniciam. Os capítulos se organizam como mapas deixados pelas experiências. A voz que narra se apresenta no capítulo I traçand...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Gabanini, Luciana
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-03072024-151649
Acceso en línea:https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27162/tde-03072024-151649/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Ação-Poética
Composition-Landscape
Corpo-Memória
Corpo-Território
Memory-Body
Paisagem- Composição
Poetic-Action
Territory-Body
Descripción
Sumario:Este trabalho segue as pistas da memória, entendendo o corpo em performance conectado com o meio em que vive, como lugar de rastreamento no qual os acontecimentos poéticos se iniciam. Os capítulos se organizam como mapas deixados pelas experiências. A voz que narra se apresenta no capítulo I traçando um arquipélago-teórico, e conta com as vozes de Leda Martins e Édouard Glissant como referências que dialogam com os assuntos que serão desenvolvidos. No capítulo II são relatadas duas vivências, o movimento Arte pela Democracia e as aulas realizadas de modo online durante a pandemia de Covid-19, ambas estratégias poéticas-políticas de criação. O capítulo III apresenta o processo e a metodologia da cartografia do corpo-memória e traz depoimentos sobre acontecimentos artísticos relevantes ao contexto abordado como estudo de caso. A busca de sentidos comuns a essas vivências lançando um olhar investigativo sobre geografias corpóreas se apresenta no capítulo IV, ressaltando a ideia do corpo como território capaz de insurgir paisagens