Cortisol, dhea, and depression in the elderly: the influence of physical capacity

Objetivo: A depressão maior tem sido associada a alterações nos níveis de cortisol e dehidroepiandrosterona (DHEA) em pacientes idosos depressivos. O presente estudo objetivou investigar a associação entre depressão, cortisol e DHEA, corrigindo por variáveis intervenientes, incluindo a capacidade fí...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Helenamoraes, Andrea Deslandes, Paulo de Tarso Maciel-pinheiro, Humberto Corrêa da Silva Filho, Jerson Laks
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Repositorio:Repositório Institucional da UFMG
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:repositorio.ufmg.br:1843/62846
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/1843/62846
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Hydrocortisone
Dehydroepiandrosterone
Aging
Depressive Disorder
Functional Residual Capacity
Descripción
Sumario:Objetivo: A depressão maior tem sido associada a alterações nos níveis de cortisol e dehidroepiandrosterona (DHEA) em pacientes idosos depressivos. O presente estudo objetivou investigar a associação entre depressão, cortisol e DHEA, corrigindo por variáveis intervenientes, incluindo a capacidade física. Além disso, a associação entre os níveis hormonais e a capacidade física nos dois grupos experimentais também foi analisada. Método: Pacientes idosos depressivos (n = 32) e idosos controles saudáveis (n = 31), pareados pela idade foram analisados. Os sujeitos foram submetidos a uma avaliação da capacidade física, incluindo níveis de atividade física, testes de capacidade funcional e escalas de equilíbrio. Resultados: Os pacientes depressivos mostraram níveis significativamente menores de cortisol, os quais tornaram-se não significantes após controlados pela capacidade física. Uma correlação positiva foi observada entre os níveis de cortisol e a capacidade física. Resultados não significativos foram observados para DHEA, possivelmente devido a inclusão de pacientes depressivos e uma única coleta de amostra. Conclusão: Os dados sugerem que a capacidade física modula a relação entre depressão e os níveis de cortisol e deve ser considerada em futuras investigações