Freqüência de lesões gástricas em suínos destinados ao abate na região de Ribeirão Preto, SP

Foram colhidos e examinados 1085 estômagos de suínos, machos castrados ou fêmeas, todos com idade entre 140 e 150 dias. As lesões encontradas foram classificadas de acordo com a localização, tipo e severidade. A análise macroscópica revelou que 694 (64%) estômagos apresentavam algum tipo de lesão. A...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Carvalho, L.F.O.S. [UNESP], Oliveira, C.J.B. [UNESP], Martinez, P.A.O. [UNESP], Mazzucato, B.C. [UNESP], Alessi, A.C. [UNESP]
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:1999
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositório:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:português
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/2902
Acesso em linha:http://dx.doi.org/10.1590/S0102-09351999000300004
http://hdl.handle.net/11449/2902
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Swine
stomach
gastric lesion
gastric ulcer
Suíno
lesão gástrica
úlcera gástrica
Estômago
Descrição
Resumo:Foram colhidos e examinados 1085 estômagos de suínos, machos castrados ou fêmeas, todos com idade entre 140 e 150 dias. As lesões encontradas foram classificadas de acordo com a localização, tipo e severidade. A análise macroscópica revelou que 694 (64%) estômagos apresentavam algum tipo de lesão. A paraqueratose foi identificada como alteração patológica única em 213 (19,6%) estômagos. em outros 319 (29,4%) estômagos, ela estava associada apenas a processos erosivos ou associada a erosões e úlceras. Erosões isoladas ou associadas a ulcerações foram identificadas em 121 (11,2%) animais, enquanto que úlceras, foram verificadas em 41 (3,8%) animais. A avaliação por regiões, revelou que 62,8% apresentaram lesões na região gastresofágica e apenas 6,6% na região fúndica do órgão. Tais achados sugerem a existência de diferentes causas na etiopatogenia desses dois processos gástricos. A ulceração gastresofágica estava presente em 213 (19,6%) animais, dos quais 22,7% eram machos castrados e 16,5% eram fêmeas, fato que evidencia possível influência do sexo na freqüência dessa patologia em suínos. Os exames microscópicos, realizados em parte das amostras, apenas confirmaram as alterações, já identificadas pelo exame macroscópico. Apenas o exame macroscópico conduz a resultados confiáveis na avaliação de lesões gástricas em suínos.