Powers and impotencies of elites. Who, what for and how influence is exercised in Argentina?
Nos últimos anos, as elites têm atraído renovada atenção pública e acadêmica. Na maioria das interpretações, as críticas são frequentes, mas contraditórias. No centro dessa divergência reside a ambiguidade dos conceitos de elite e poder. Com base no caso da Argentina e em dados quantitativos e quali...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Tempo Social (Online) |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/226451 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/ts/article/view/226451 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Elites Power Latin America Neoliberalism Poder América Latina Neoliberalismo |
| Sumario: | Nos últimos anos, as elites têm atraído renovada atenção pública e acadêmica. Na maioria das interpretações, as críticas são frequentes, mas contraditórias. No centro dessa divergência reside a ambiguidade dos conceitos de elite e poder. Com base no caso da Argentina e em dados quantitativos e qualitativos, sintetizo as abordagens existentes para examinar os poderes e a impotência das elites econômicas, sociais e políticas nos regimes neoliberais. São consideradas três questões: Quem são as elites? Para que e como é exercida sua influência? A conclusão é que, embora membros das elites possam concentrar vantagens, como grupo têm pouca capacidade para introduzir reformas em prol do bem comum. |
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