Luiza Romão e "sua poema" de resistência decolonial : slam das Minas, presente!
Resumo: Este artigo procura analisar, sob a perspectiva da decolonialidade, a poema "Dia 1. Nome Completo", da poeta-slammer Luiza Romão. A escolha dessa poesia-slam, publicada no livro Sangria (2017) e performada em várias cenas de slams brasileiros, deve-se ao fato de a considerarmos uma...
| Autores: | , |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) |
| Repositorio: | Repositório da Produção Científica e Intelectual da Unicamp |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:https://www.repositorio.unicamp.br/:1372009 |
| Acceso en línea: | https://hdl.handle.net/20.500.12733/14572 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Romão, Luiza, 1992- - Crítica e interpretação Campeonatos de poesia falada Decolonização Feminismo negro Poetry slams Decolonization Black feminism Artigo original |
| Sumario: | Resumo: Este artigo procura analisar, sob a perspectiva da decolonialidade, a poema "Dia 1. Nome Completo", da poeta-slammer Luiza Romão. A escolha dessa poesia-slam, publicada no livro Sangria (2017) e performada em várias cenas de slams brasileiros, deve-se ao fato de a considerarmos uma espécie de poesia-manifesto dessa teoria, que tem fundamentado nossa pesquisa acadêmica atual, como procuraremos discutir aqui |
|---|