A ressignificação do jusnaturalismo de John Locke a partir do capitalismo humanista

Este trabalho investiga em que medida a proposta do capitalismo humanista, formulada pelos juristas Ricardo Sayeg e Wagner Balera, ressignifica o pensamento do filósofo inglês do século XVII John Locke. Sayeg e Balera enfatizam a necessidade de que as forças do mercado sejam calibradas pela concreti...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Carvalho, Victor Fernando Alves
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Conselho Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Direito (CONPEDI)
Repositorio:Revista de Direito, Economia e Desenvolvimento Sustentável
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.indexlaw.org:article/5905
Acceso en línea:http://www.indexlaw.org/index.php/revistaddsus/article/view/5905
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Capitalismo humanista; Fraternidade; Direitos naturais; Propriedade; Locke
Descripción
Sumario:Este trabalho investiga em que medida a proposta do capitalismo humanista, formulada pelos juristas Ricardo Sayeg e Wagner Balera, ressignifica o pensamento do filósofo inglês do século XVII John Locke. Sayeg e Balera enfatizam a necessidade de que as forças do mercado sejam calibradas pela concretização multidimensional dos direitos humanos, com vistas à satisfação da dignidade da pessoa humana, o que se discute aqui como uma possível ressignificação do jusnaturalismo lockeano, por demandar um direito natural à fraternidade, para além dos direitos à liberdade e à igualdade. Por se focar numa fonte primária (o “Segundo tratado”), optou-se pelo método estrutural.