Avaliação de seis protocolos pré-anestésicos para anestesia epidural de caninos

Vários protocolos de pré-anestesia podem ser usados em esquemas de anestesia que incluam anestesia epidural. A disponibilidade de diferentes fármacos e combinações permite a escolha de um procedimento anestésico específico para cada paciente, dependendo do grau de risco anestésico e do temperamento...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Canto, Sílvia Praxedes do, Mello, Joao Roberto Braga de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2002
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/19687
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/19687
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Farmacologia clínica
Pre-anestesicos : Caes
Anestesia epidural
Pre-anaesthetic agents
Epidural
Dogs
Atropine
Chlorpromazine
Buprenorphine
Midazolan
Xylazine
Descripción
Sumario:Vários protocolos de pré-anestesia podem ser usados em esquemas de anestesia que incluam anestesia epidural. A disponibilidade de diferentes fármacos e combinações permite a escolha de um procedimento anestésico específico para cada paciente, dependendo do grau de risco anestésico e do temperamento do animal. A escolha do protocolo pré anestésico deve ser criteriosa, permitindo a realização correta da técnica de anestesia epidural, sem abrir mão de critérios de segurança para o paciente. 0s objetivos do trabalho foram avaliar e comparar os efeitos de seis protocolos pré-anestésicos sobre diversas funções orgânicas, em esquemas de anestesia que incluem a epidural. As funções cardiocirculatória e respiratória foram avaliadas por intermédio de eletrocardiograma, determinação da pressão arterial sistólica e gasometria sangüínea. Os tempos de latência da medicação pré-anestésica, tempo até o aparecimento de relaxamento anal após a epidural e de latência da epidural foram determinados. Com relação à função cardiocirculatória, os protocolos Atropina + Clorpromazina + Buprenorfina (ACB) e Midazolam (M) produziram aumento na freqüência cardíaca após a realização da epidural, e Atropina + Xilazina (AX) foi responsável por marcada redução da freqüência cardíaca imediatamente após a medicação pré-anestésica (MPA). A pressão arterial sistólica foi elevada com o protocolo M e reduzida com o protocolo AX, cinco e dez minutos após a MPA, respectivamente. Diferentes alterações do ritmo cardíaco foram observadas, dependendo do protocolo utilizado, porém sem significância clínica. Todos os protocolos causaram aumentos na pressão parcial de CO2 no sangue venoso, variando nos diferentes tempos de análise. Nenhum causou sedação adequada para a realização da anestesia epidural, sendo recomendável suplementação da pré-anestesia.