Avaliação do efeito trombogênico da perfusão regional intravenosa com gentamicina em equinos

Os processos sépticos são complicações frequentes nas estruturas sinoviais e demais tecidos da porção distal dos membros de equinos. A perfusão regional intravenosa é uma opção terapêutica, que objetiva aumentar significativamente a concentração de antimicrobiano na porção distal ao posicionamento d...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Rafael, Leandro Américo [UNESP]
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/88977
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/88977
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Equino
Gentamicina
Trombose
Thrombosis
Gentamicin
Descripción
Sumario:Os processos sépticos são complicações frequentes nas estruturas sinoviais e demais tecidos da porção distal dos membros de equinos. A perfusão regional intravenosa é uma opção terapêutica, que objetiva aumentar significativamente a concentração de antimicrobiano na porção distal ao posicionamento do torniquete. No entanto, alguns pontos ainda não estão totalmente esclarecidos e algumas complicações, como trombose venosa, podem ocorrer. Objetivou-se com este estudo avaliar o potencial trombogênico da perfusão regional de gentamicina, na dose de 2,2 mg/kg na veia cefálica de equinos. Utilizou-se 15 equinos hígidos, divididos em três grupos de cinco animais. Grupo 1, somente torniquete (GT), grupo 2, torniquete e 40 ml de solução fisiológica (GSF), grupo 3, torniquete e gentamicina na dose de 2,2 mg/kg e solução fisiológica até completar um volume de 40 ml (GSG). Um membro torácico de cada animal foi escolhido aleatoriamente para o tratamento e torniquete aplicado no terço médio proximal do rádio. Ultrassonografia Doppler foi realizada no membro testado imediatamente antes, 30 minutos, 2, 3, 4, 6, 12, 24, 48, 72 e 96 horas após o tratamento na veia cefálica e artéria mediana. A artéria mediana também foi avaliada aproximadamente 15 minutos após posicionamento do torniquete. A termografia foi realizada em ambos os membros em todos os momentos. Os dados foram avaliados por análise de variância com medidas repetidas, teste de Tukey de comparações múltiplas de médias para comparar os grupos e ajustado para Dunnett para comparar os momentos em relação ao momento M0. Significância foi aceito p <0,05. Todos os grupos apresentaram escore trombótico zero, não houve diferença significativa entre os grupos quanto à temperatura do membro e diâmetro médio da veia. A perfusão regional intravenosa com...