Morfoanatomia foliar em mudas de Schinus terebinthifolius sob diferentes níveis de saturação hídrica.
As características morfológicas e anatômicas foliares de espécies vegetais são importantes indicadores de sua ecologia e de seus hábitats. Objetivou-se caracterizar a plasticidade fenotípica de Schinus terebinthifolius Raddi em diferentes condições de saturação hídrica. As mudas foram produzidas em...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2011 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da EMBRAPA (Repository Open Access to Scientific Information from EMBRAPA - Alice) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.alice.cnptia.embrapa.br:doc/911381 |
| Acceso en línea: | http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/911381 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Morfometria Alagamento Plasticidade fenotípica Descrição anatômica |
| Sumario: | As características morfológicas e anatômicas foliares de espécies vegetais são importantes indicadores de sua ecologia e de seus hábitats. Objetivou-se caracterizar a plasticidade fenotípica de Schinus terebinthifolius Raddi em diferentes condições de saturação hídrica. As mudas foram produzidas em tubetes plásticos, permanecendo em estufa por quatro meses, sendo irrigadas normalmente. Em seguida foram submetidas aos tratamentos: T1- testemunha, T2- alagamento parcial e T3- alagamento total. Após três semanas sob alagamento, foram realizadas descrições anatômicas foliares comparativas e avaliadas as características morfológicas área foliar, área específica foliar, espessura foliar, teor de água e densidade estomática. Durante 10 semanas foram observadas as modificações fenotípicas adaptativas. Foi observado aumento da espessura da base do caule, clorose e abscisão foliar, surgimento de lenticelas e raízes adventícias. Após três semanas de alagamento, não foram verificadas grandes modificações na morfologia das folhas, principalmente para a AF e AEF. Em T3, o teor de água foi maior e a espessura foliar menor. Não houve diferença entre os tratamentos para DE. Quanto aos aspectos anatômicos, observou-se uma redução na espessura do mesofilo e das nervuras, assim como a produção de compostos fenólicos por alguns tipos celulares. Os espaços intercelulares são progressivamente mais amplos nas plantas submetidas ao alagamento |
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