Convite para um jantar ecofeminista
Esta dissertação se apresenta através da estética de um cardápio; um convite para um jantar do cotidiano popular, em prol de incentivar a associação da funcionalidade prática e teórica dentro da ótica da interdependência. Inicialmente, se convida o leitor a participar da preparação dos alimentos, se...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:tede2.pucrs.br:tede/11008 |
| Acceso en línea: | https://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/11008 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Epistemologia História Das Mulheres Sul Global Decolonial Epistemología Historia De Las Mujeres Sur Global Decolonialidad Epistemology Women's History Global South CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA |
| Sumario: | Esta dissertação se apresenta através da estética de um cardápio; um convite para um jantar do cotidiano popular, em prol de incentivar a associação da funcionalidade prática e teórica dentro da ótica da interdependência. Inicialmente, se convida o leitor a participar da preparação dos alimentos, selecionando os ingredientes e cozinhando-os. Preparar os alimentos é uma metáfora para contextualizar historicamente os ecofeminismos e seus movimentos. Em seguida, organizamos as mesas, concluímos a refeição e nutrimos nosso corpo com a comida, significando a elaboração dos conceitos epistémicos dos ecofeminismos, suas vertentes, o animalismo e a potência do Sul Global. O objetivo central é apresentar os ecofeminismos como alternativa filosófica a favor das biodiversidades físicas e intelectuais, dialogando com as filosofias nativas localizadas, em especial do Sul Global – e, por consequências de nossas referências contextuais, enfatizando a América Latina. A metodologia empregada inclui revisões bibliográficas de livros/artigos científicos relacionados com os seguintes assuntos: ecofeminismos, histórias das mulheres, ambientalismo, epistemologia feminista, decolonialidade, agriculturas e produção de alimento. Concomitantemente, foi utilizada a prática ecofeminista a partir das seguintes estratégias: 1) contato com contextos materiais-culturais diversos; 2) enfoque no ouvir-escutar durante essas vivências; 3) criação de momentos de solitude, para que se possa aprimorar a habilidade de ouvir-escutar com atenção o próprio corpo após as experiências. A conclusão é que estamos inseridos numa guerra epistémica entre a monocultura-epistemologia homogênea e, do outro lado, uma epistemologia ecofeminista biodiversa e plural, na qual nossas mentes, práticas e contextos são os primeiros campos de batalhas |
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