¿La actividad física influye en el resultado clínico en pacientes con COVID-19? Una revisión narrativa

O presente artigo tem como objetivo reunir prováveis respostas que colaborem para um melhor esclarecimento sobre como a prática de atividade física pode interagir com o sistema imunológico e influenciar na infecção e prognóstico de COVID-19. Trata-se de uma revisão narrativa de literatura realizada...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Galisa, Steffany Larissa Galdino, Galdino, Emanuel Victor da Silva, Silva, Raquel Amaral da, Bezerra, Thaynara Teodosio, Santos, Pedro Efraim Nóbrega dos, Oliveira, Laíze de Araújo, Laurentino, Tamires Evllen de Carvalho, Firmino Guerra, Cleonildo, Mendes, Túlio Chaves, Nogueira, Demi Moore de Lima
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI)
Repositorio:Research, Society and Development
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/37283
Acesso em linha:https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/37283
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Exercício físico
SARS-CoV-2
Prognóstico
Imunidade.
Physical exercise
Prognosis
Immunity.
Ejercicio físico
Pronóstico
Inmunidad.
Descrição
Resumo:O presente artigo tem como objetivo reunir prováveis respostas que colaborem para um melhor esclarecimento sobre como a prática de atividade física pode interagir com o sistema imunológico e influenciar na infecção e prognóstico de COVID-19. Trata-se de uma revisão narrativa de literatura realizada nas bases de dados PubMed, LILACS e SCIENCE Direct, utilizando descritores em inglês (Physical activity/Prognosis/COVID-19). Ao final 50 artigos foram incluídos na revisão. Os estudos evidenciaram algumas evidências de que o exercício moderado tem a capacidade de prevenir o risco de adquirir a infecção COVID-19, diminuindo a mortalidade, uma vez que tem a capacidade de potencializar o sistema imunológico. Entretanto, as adaptações às respostas do sistema imunológico ao exercício dependem da intensidade e duração do tipo de exercício. Foi visto que pacientes constantemente inativos apresentaram maior taxa de hospitalização, admissão na UTI e mortalidade. Fica evidente também a importância dos exercícios físicos no processo de reabilitação dos pacientes, desempenhado um papel positivo no tratamento de doenças do sistema respiratório. Portanto, a atividade física como uma abordagem protetora não farmacológica pode ser uma estratégia importante para diminuir os sintomas e óbitos causados pelo COVID-19, gerando benefícios nos sistemas de imunidade e inflamação. Além disso, pode ser considerada como fundamental para um melhor enfrentamento da atual e futuras pandemias.