Cálculo e jogo: metáforas para a linguagem na filosofia de Ludwig Wittgenstein
Este trabalho examina duas analogias frequentemente empregadas por Ludwig Wittgenstein para a descrição da linguagem ao longo de sua obra. São elas: a concepção da linguagem como um cálculo autônomo dotado de regras fixas e determinadas, sustentada pelo filósofo no período intermediário de seu desen...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-20042021-161117 |
| Acesso em linha: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8133/tde-20042021-161117/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Filosofia da linguagem Gramática Grammar Jogos de linguagem Language Language games Linguagem Logic Lógica Philosophy of language |
| Resumo: | Este trabalho examina duas analogias frequentemente empregadas por Ludwig Wittgenstein para a descrição da linguagem ao longo de sua obra. São elas: a concepção da linguagem como um cálculo autônomo dotado de regras fixas e determinadas, sustentada pelo filósofo no período intermediário de seu desenvolvimento filosófico, e a noção de jogos de linguagem, extensivamente mobilizada nas Investigações Filosóficas. Além disso, busca-se mostrar quais são os motivos que levaram o autor a caracterizar, retrospectivamente, também sua abordagem lógico-sintática no Tractatus Logico-Philosophicus como parte de uma concepção da linguagem como cálculo. Por fim, mostra-se como a elucidação do que está por trás de cada um desses dois modelos pode auxiliar na compreensão das transformações ocorridas ao longo do chamado período intermediário. |
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