Diante da catástrofe. Imagem em movimento, imagem-apagamento e cemitério marinho
Este artigo pretende pensar a indissociabilidade entre representação da catástrofe e catástrofe da representação. Para tanto, serão observadas tentativas de figurar diferentes eventos catastróficos por meio da imagem em movimento, ao longo da história. Na vídeo-instalação Los durmientes (2014), real...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | ARS (São Paulo. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/137973 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/ars/article/view/137973 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Moving image catastrophe memory dictatorship Imagem em movimento catástrofe memória ditadura |
| Sumario: | Este artigo pretende pensar a indissociabilidade entre representação da catástrofe e catástrofe da representação. Para tanto, serão observadas tentativas de figurar diferentes eventos catastróficos por meio da imagem em movimento, ao longo da história. Na vídeo-instalação Los durmientes (2014), realizada pelo artista chileno Enrique Ramirez e exposta em 2015 no Museo de la Memoria y los Derechos Humanos de Santiago, a água que preenche todo o quadro tem qualidade sólida e opaca, funcionando como obstáculo à visão do espectador, o que reitera a “invisibilidade constitutiva” das tentativas de representação da catástrofe. Enquanto afirmação da inacessibilidade da verdade sobre os presos torturados, assassinados e desaparecidos sob a ditadura militar chilena, pode esta imagem em movimento ser entendida como imagem-apagamento? |
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