Descoberta de novos protótipos n-fenilpiperazínicos heteroarilazólicos candidatos a fármacos antipsicóticos atípicos

Este trabalho descreve a descoberta dos novos protótipos N-fenilpiperazínicos pirazólico LASSBio-579 (10a) e 1,2,3-triazólico LASSBio-581 (10c), os quais foram planejados a partir da simplificação estrutural do fármaco antipsicótico atípico clozapina (8). A avaliação do perfil de afinidade e ativida...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Fraga, Carlos Alberto Manssour, Menegatti, Ricardo, Barreiro, Eliezer J., Neves, Gilda Angela, Betti, Andresa Heemann, Kliemann, Michele Patricia, Rates, Stela Maris Kuze, Tasso, Leandro, Conrado, Daniela Joice, Dalla Costa, Teresa Cristina Tavares, Oliveira, Valeria de, Noël, François Germain
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2010
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/196603
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/196603
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Antipsicóticos
Derivados N-fenilpiperazínicos
N-phenylpiperazine
Pyrazole
1,2,3-triazole
Antipsychotic drugs
Multitarget drugs
Drug design
Descripción
Sumario:Este trabalho descreve a descoberta dos novos protótipos N-fenilpiperazínicos pirazólico LASSBio-579 (10a) e 1,2,3-triazólico LASSBio-581 (10c), os quais foram planejados a partir da simplificação estrutural do fármaco antipsicótico atípico clozapina (8). A avaliação do perfil de afinidade e atividade intrínseca de LASSBio-579 e LASSBio-581 indicam sua habilidade de se ligar a receptores dopaminérgicos da família D2-like, onde atuam como agonistas pré-sinápticos. Adicionalmente, a investigação das propriedades antipsicóticas destes dois protótipos em modelos comportamentais permitiu confirmar sua eficácia, a qual é também dependente da modulação de receptores serotoninérgicos 5-HT2A e 5-HT1A. O pronunciado perfil de ação antipsicótica evidenciado para estes derivados N-fenilpiperazínicos em protocolos farmacológicos in vivo confirmou sua importância como novos protótipos neuroativos candidatos a fármacos para o tratamento da esquizofrenia.