Vampiras e a sexualidade livre das mulheres: uma análise a partir do seriado televisivo “The Vampire Diaries”
Nosso objetivo é verificar a atribuição de um teor de negatividade para a liberação sexual feminina em produtos culturais, focando no seriado “The Vampire Diaries”, considerando a concepção de feminino predominante na cultura ocidental e os significados que a figura da vampira nela adquirem. Para is...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande (FURG) |
| Repositorio: | Momento (Rio Grande. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.furg.br:article/6841 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.furg.br/momento/article/view/6841 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Audiovisual Misoginia Sexualidade Vampiros Seriados televisivos pedagogias culturais misoginia |
| Sumario: | Nosso objetivo é verificar a atribuição de um teor de negatividade para a liberação sexual feminina em produtos culturais, focando no seriado “The Vampire Diaries”, considerando a concepção de feminino predominante na cultura ocidental e os significados que a figura da vampira nela adquirem. Para isso, consideramos a cultura de violência contra a mulher, os preconceitos que a justificam e como isso aparece em produtos culturais como parâmetro para comparar a vampira Katherine Pierce e seu duplo, a humana Elena Gilbert, a partir da semiótica. Verificamos que a mensagem a velada é de que Katherine e sua sexualidade exuberante representam o mal, enquanto Elena e sua conduta recatada representam o bem, concluindo que a sexualidade feminina é apresentada de forma negativa, reflexo de valores arraigados na cultura ocidental. A conduta sexual é utilizada como definidor do caráter de personagens femininos em produtos culturais, sendo que a atividade sexual “excessiva” predominantemente acarreta punições. |
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