É possível reduzir mais a desigualdade
Durante as décadas de 80 e 90, a desigualdade de renda no Brasil variou consideravelmente, sem apresentar uma tendência de declínio. Na verdade, ao final da década de 90, o grau de desigualdade era maior do que no início dos anos 80. No entanto, a partir de 2001, houve uma mudança significativa, e a...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2006 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da IPEA (RCIpea) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/12509 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/12509 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Desigualdade Social Desigualdade social Programa Bolsa Família |
| Sumario: | Durante as décadas de 80 e 90, a desigualdade de renda no Brasil variou consideravelmente, sem apresentar uma tendência de declínio. Na verdade, ao final da década de 90, o grau de desigualdade era maior do que no início dos anos 80. No entanto, a partir de 2001, houve uma mudança significativa, e a desigualdade de renda começou a diminuir de maneira consistente. Atualmente, o grau de desigualdade é o menor dos últimos 25 anos, resultando em uma proporção de renda mais elevada para os 50% e 40% mais pobres da população, enquanto a fatia dos 10% mais ricos é a menor. Entre 2001 e 2004, a pobreza e a extrema pobreza também diminuíram, devido principalmente à redução simultânea na desigualdade. Apesar desses avanços, o país ainda enfrenta uma desigualdade considerável, com a renda dos 10% mais ricos sendo 20 vezes maior que a dos 40% mais pobres. A queda na desigualdade, impulsionada por programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, demonstra a importância dessas iniciativas, embora persistam desafios para alcançar padrões globais mais equitativos. |
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