Marcuse, a Grande Recusa e o cinema pós-Maio de 68: uma aproximação
Este texto propõe uma transposição da Grande Recusa, conceito evidenciado na obra do filósofo alemão Herbert Marcuse, para a produção cinematográfica que insurge influenciada pelo Maio de 68. A reflexão se dá a partir do curta-metragem Actua 1 (1968), dirigido por Philippe Garrel, Serge Bard e Patri...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Significação (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/141990 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/significacao/article/view/141990 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | political cinema French cinema avant-garde cinema May 68 cinema político cinema francês vanguarda cinematográfica Maio de 68 |
| Sumario: | Este texto propõe uma transposição da Grande Recusa, conceito evidenciado na obra do filósofo alemão Herbert Marcuse, para a produção cinematográfica que insurge influenciada pelo Maio de 68. A reflexão se dá a partir do curta-metragem Actua 1 (1968), dirigido por Philippe Garrel, Serge Bard e Patrick Deval, e na utilização do travelling como ferramenta para proporcionar a emancipação do espectador frente a uma sociedade unidimensional e castradora. |
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