Escolas de samba: comunicação e pedagogia a resistência do quilombismo
O samba no Rio de Janeiro é resultado da organização social dos migrantes nordestinos, fugidos da perseguição a Canudos, no interior da Bahia, que formaram a primeira favela carioca. Constituíram um lumpesinato negro que influenciou a formação do nomo carioca, fundamental para a distinção do “charme...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Extraprensa (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/174392 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/extraprensa/article/view/174392 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Carnival Samba School Samba plot Africanity Baianas Carnaval Escuela de samba Samba enredo Africanidad Escola de samba Africnidade |
| Sumario: | O samba no Rio de Janeiro é resultado da organização social dos migrantes nordestinos, fugidos da perseguição a Canudos, no interior da Bahia, que formaram a primeira favela carioca. Constituíram um lumpesinato negro que influenciou a formação do nomo carioca, fundamental para a distinção do “charme” da cidade no turismo, que encontrou na escola de samba sua centralidade. O nascimento negro do carnaval no Egito foi a homenagem à deusa Ísis e ao boi Ápis, consagrados no agradecimento às colheitas abundantes desse grupo sedentário no vale do Rio Nilo, que formou a primeira civilização. Originário no ticumbi e sendo um fenômeno negro, a escola de samba se tornou o paradigma das relações carnavalescas e foi à síntese da africanidade gregária das manifestações culturais do negro e da miscigenação ibero-ásio-afro-ameríndia. Concluímos que o samba-enredo é a oralidade do griot, depositário da cultura da comunidade e o principal veículo de comunicação pedagógica da axiologia dos marginalizados da escola de samba. |
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