Espaços metamorfoseados em Becos da Memória: como o processo de erradicação da favela atua sobre os sujeitos da narrativa
Esta pesquisa estuda a categoria de espaço e suas metamorfoses. Nela, procuramos descobrir como as mutações dos espaços apresentados e descritos na narrativa atuam sobre os sujeitos-personagens. Para delimitar nossa análise, selecionamos como corpus o livro Becos da Memória, de Conceição Evaristo (2...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.bdtd.uerj.br:1/6220 |
| Acceso en línea: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/6220 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Spaces Metamorphoses Characters Alleys of Memory Espaços Metamorfoses Personagens Becos da Memória Evaristo, Conceição, 1946- - Crítica e interpretação Evaristo, Conceição, 1946-. Becos da memória Evaristo, Conceição, 1946- - Personagens Metamorfose na literatura Espaço na literatura CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LITERATURA BRASILEIRA |
| Sumario: | Esta pesquisa estuda a categoria de espaço e suas metamorfoses. Nela, procuramos descobrir como as mutações dos espaços apresentados e descritos na narrativa atuam sobre os sujeitos-personagens. Para delimitar nossa análise, selecionamos como corpus o livro Becos da Memória, de Conceição Evaristo (2006). Esta narrativa nos conta a respeito do processo de erradicação de uma favela, cuja narradora-personagem traz pelos becos de sua memória as experiências e vivências de sua infância, assim como as de seus pares. Nesse sentido, pensamos sobre o conceito de escrevivência cunhado pela autora, figurando a pena feminina negra. Como apoio, fundamentamo-nos nas palavras de Conceição Evaristo numa entrevista dada a Eurídice Figueiredo (2013), publicada em Mulheres ao espelho: autobiografia, ficção, autoficção, e em "Conceição Evaristo por Conceição Evaristo" (2009), palestra proferida no I Colóquio de Escritoras Mineiras; Gayatri Spivak (2010), em Pode o subalterno falar?; Gustavo Bernardo (2017), no ensaio inédito "Metamorfoses"; Ozíris Borges Filho (2007), no livro Espaço e Literatura: introdução à topoanálise; Stuart Hall (2006), em A identidade cultural na pós-modernidade;Walter Benjamin (1987), em "O Narrador"; entre várias outras vozes que potencializam o que investigamos ao longo do texto. |
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