Questionando alguns argumentos-base que sustentam um tipo de discurso humorístico politicamente incorreto
O discurso humorístico e seus mecanismos de funcionamento estão altamente difundidos nas mais diversas práticas e discursos correntes (propaganda, jornalismo, meio político, entre tantos outros). Dentre suas manifestações particulares, o tipo de humor tido como mais transgressivo é aquele vinculado...
| Autor: | |
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade do Estado da Bahia (UNEB) |
| Repositório: | Grau Zero |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:ojs.revistas.uneb.br:article/2229 |
| Acesso em linha: | https://revistas.uneb.br/index.php/grauzero/article/view/2229 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Humor Politicamente incorreto Piadas Liberdade de expressão |
| Resumo: | O discurso humorístico e seus mecanismos de funcionamento estão altamente difundidos nas mais diversas práticas e discursos correntes (propaganda, jornalismo, meio político, entre tantos outros). Dentre suas manifestações particulares, o tipo de humor tido como mais transgressivo é aquele vinculado ao chamado politicamente incorreto, o qual, em tese, não faria concessões ou respeitaria quaisquer dos limites impostos pelo corpo social. Entretanto, propomos neste artigo uma clivagem entre um humorismo politicamente incorreto acrítico e um humorismo politicamente incorreto crítico, refletindo mais atentamente acerca da primeira categoria, a qual se assenta, principalmente, sob os argumentos de que "piadas são só piadas" e de que a liberdade de expressão é alguma coisa de caráter completamente ilimitado. |
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