Ensaios de extração de óleo de girassol (Helianthus annuus L.) com álcool etílico
O objetivo da pesquisa era verificar a possibilidade de usar o etanol na extração de óleo de sementes de girassol. Consequentemente, deveriam ser estudadas a ação do solvente, preparo da matéria-prima, as proporções entre eles e a temperatura de operação. Dentro desse plano foram empregados álcoois...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 1985 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-20220207-163211 |
| Acceso en línea: | https://teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11141/tde-20220207-163211/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | ETANOL EXTRAÇÃO ÓLEO DE GIRASSOL |
| Sumario: | O objetivo da pesquisa era verificar a possibilidade de usar o etanol na extração de óleo de sementes de girassol. Consequentemente, deveriam ser estudadas a ação do solvente, preparo da matéria-prima, as proporções entre eles e a temperatura de operação. Dentro desse plano foram empregados álcoois com as concentrações etanólicas de 90%, 93%, 96% e 99% em volume, e duas variedades de girassol, Anhandy e Contisol. Os ensaios de extração foram conduzidos em extratores de Soxhlet e de Butt, em períodos de tempo e com proporções diferentes de solventes em relação à massa de matéria-prima, buscando-se estudar o desempenho da extração em equipamentos clássicos de laboratório. Como não houve uniformidade de resultados nos dois equipamentos, foi projetado um aparelhamento especial constituído de oito vasos extratores, para oito amostras concomitantes ou em ordem sequencial. Esse extrator foi construído para permitir o controle de temperatura e troca de solventes, tal como em instalações industriais intermitentes. Com ele foi possível avaliar a influência do teor de umidade e da laminação da matéria-prima no esgotamento de óleo e, também, obter miscelas que se separam nas fases alcoólica e oleosa, por simples resfriamento. O álcool com concentração de 99% (álcool anidro comercial) foi o que apresentou melhor desempenho nas condições dos experimentos como substituto do hexano, à pressão atmosférica. Os óleos obtidos com as diferentes concentrações etanólicas não diferiram estatisticamente entre si e diferiram pouco do obtido com o hexano quanto à composição em ácidos graxos e aos índices de saponificação e de iodo. O teor de material insaponificável foi maior no óleo obtido com o álcool anidro do que no obtido com hexano ou pela prensagem. Pela análise de agrupamento, os farelos resultantes das extrações com etanol não apresentaram diferenças quanto à sua composição aminoacídica em relação à semente. |
|---|