O gênero feminino e os calçados: a influência do capital social como formação dos gostos de classes

O objetivo da referida dissertação é analisar o habitus de consumo de agentes do gênero feminino utilizando-se do método de estratificação social de Pierre Bourdieu, o qual sustenta que os capitais sociais, culturais, econômicos e simbólicos interferem na formação dos gostos e desejos dos indivíduos...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Bulzoni, Natália Castelli [UNESP]
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/152948
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/152948
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Feminine Gender
Social Capital
Habitus
Footwear
Capital social
Calçados
Gênero feminino
Descripción
Sumario:O objetivo da referida dissertação é analisar o habitus de consumo de agentes do gênero feminino utilizando-se do método de estratificação social de Pierre Bourdieu, o qual sustenta que os capitais sociais, culturais, econômicos e simbólicos interferem na formação dos gostos e desejos dos indivíduos. Sendo assim, a hipótese da pesquisa é que a sociedade interfere nas inclinações das mulheres, tornando-se um fator decisório de consumo de moda, especificamente no segmento calçadista, por ser este, uma construção de capital simbólico. Recente pesquisa constatou que houve uma considerável diminuição nas compras de sapatos por mulheres, contudo, a média de consumo atingiu a relevante marca de um par a cada dois meses. Por essa razão, tal demanda pode ser considerada inelástica. Através de uma pesquisa qualitativa, aplicada por meio de um questionário aberto a dez mulheres do interior de São Paulo, pôde-se notar que esse fenômeno sugere que o consumo de calçados por mulheres se deve a fatores alheios à estrita racionalidade de consumidor, e a satisfação do ato pode ser vinculada ao gênero, e, sendo este um atributo essencial de cada indivíduo justifica-se então, que a sociedade na qual se inserem é fundamentadora do habitus.