O riso e tudo o mais... interfaces literárias entre Simão Pessoa e Efraim Medina Reyes

Este trabalho tem por objetivo analisar o riso e os elementos propiciadores do risível nas obras Alô, Doçura! – Os protocolos secretos da AMOAL (2008), do escritor amazonense Simão Pessoa, e Era uma vez o amor mas tive que matá-lo (2006b) e Técnicas de masturbación entre Batman y Robin (2010), do es...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Ferreira, Aline Cavalcante
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Roraima (UFRR)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRR
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufrr.br:prefix/499
Acesso em linha:http://repositorio.ufrr.br:8080/jspui/handle/prefix/499
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES
Simão Pessoa
Efraim Medina Reyes
Riso
Risível
Carnavalização
Risa
Risible
Carnavalesco
Descrição
Resumo:Este trabalho tem por objetivo analisar o riso e os elementos propiciadores do risível nas obras Alô, Doçura! – Os protocolos secretos da AMOAL (2008), do escritor amazonense Simão Pessoa, e Era uma vez o amor mas tive que matá-lo (2006b) e Técnicas de masturbación entre Batman y Robin (2010), do escritor colombiano Efraim Medina Reyes, à luz dos pressupostos teóricos, principalmente de Henri Bergson, Vladímir Propp e Mikhail Bakhtin. Para tanto, foi necessário discutir as relações literárias entre a Amazônia e a América Latina e inserir os escritores na narrativa contemporânea. Também foi necessário estudar os movimentos contraculturais Geração Beat e Geração McOndo, assim como a estética do realismo sujo, com o objetivo de verificar suas influências na produção literária dos referidos escritores. A partir da metodologia utilizada, imbricada na Literatura Comparada, busquei um diálogo entre o corpus ficcional e os pressupostos teóricos e percebi que o humor do riso medieval, ou seja, o riso carnavalizado e grotesco, está presente ainda hoje na contemporaneidade. Ao final da análise pude constatar que Simão Pessoa e Medina Reyes estão filiados à tradição literária carnavalesca e à estética do riso.