Microbiota fúngica e determinação de aflatoxinas em cultivar de amendoim plantado em diferentes regiões produtoras no estado de São Paulo.
Os objetivos foram: identificar a microbiota fúngica e a ocorrência de aflatoxinas em cultivar de amendoim, identificar a microbiota fúngica do solo e correlacionar os resultados obtidos com os níveis de atividade de água encontrados. As amostras (solo e amendoim) foram provenientes de: Jaboticabal,...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2009 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-27012010-122426 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/42/42132/tde-27012010-122426/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Aspergillus flavus Aflatoxinas Aflatoxins Amendoim Micotoxinas Mycotoxins Peanut Soil Solos |
| Sumario: | Os objetivos foram: identificar a microbiota fúngica e a ocorrência de aflatoxinas em cultivar de amendoim, identificar a microbiota fúngica do solo e correlacionar os resultados obtidos com os níveis de atividade de água encontrados. As amostras (solo e amendoim) foram provenientes de: Jaboticabal, Rosália, Tupã e Cafelândia (SP). A microbiota fúngica do solo revelou que o fungo do gênero Penicillium foi o mais frequente (52,1 %) nas quatro regiões durante as duas coletas (após a emergência das plantas e duas semanas antes do arranquio). Dentro do gênero Aspergillus, A. flavus foi a espécie mais frequente (13,5 %). A microbiota fúngica dos grãos e das cascas, das quatro regiões, nas duas coletas (duas semanas antes do arranquio e após o arranquio), demonstrou maior frequência de isolamento do fungo do gênero Fusarium (70,2 %). Do gênero Aspergillus, a espécie A. flavus foi a mais frequente (9,8 %). A análise de aflatoxinas revelou a presença de aflatoxinas em 5 % das amostras de grãos analisadas. Nas cascas, 13,75 % das amostras apresentaram contaminação por aflatoxinas. |
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