Estudo comparativo retrospectivo de fraturas e/ou luxações em rapinantes atendidos em dois centros de referências, localizados no Brasil e Estados Unidos

O objetivo do presente estudo foi comparar dados referentes às espécies de rapinantes recebidas em dois centros de referência para animais selvagens, sendo um localizado na América do Sul (Centro de Medicina e Pesquisa em Animais Slevagens, CEMPAS) e outro na América do Norte (Lindsay Wildlife Exper...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Lima, Heloísa Coppini de [UNESP]
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/250583
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/250583
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Aves
Ortopedia
Osso
Luxação
Trauma
Avian
Orthopedics
Bone
Luxation
Descripción
Sumario:O objetivo do presente estudo foi comparar dados referentes às espécies de rapinantes recebidas em dois centros de referência para animais selvagens, sendo um localizado na América do Sul (Centro de Medicina e Pesquisa em Animais Slevagens, CEMPAS) e outro na América do Norte (Lindsay Wildlife Experience, LWE), por um período de sete anos (2013–2020). Na sequência foram analisadas as fraturas e/ou luxações/subluxações destes rapinantes, por meio de estudo comparativo retrospectivo. A ordem mais prevalente de rapinantes no CEMPAS foi de Strigiformes constituídos especialmente por Tyto furcata adultos; contudo, a espécie Coragyps atratus adulta (Cathartiformes) foi a de maior ocorrência. A ordem Accipitriformes foi a mais prevalente no LWE representados principalmente por Buteo jamaicensis jovens; entretanto, a espécie Tyto alba (Strigiformes) jovem foi a de maior ocorrência. A estação que recebeu o maior número de rapinantes foi a primavera no CEMPAS e o verão no LWE. Dos rapinantes recebidos no CEMPAS (n=106), a ordem Strigiformes (48,11%) foi a mais acometida por fratura e/ou luxação/subluxação, ao passo que a Cathartiformes (8,49%) foi a com menor número de lesões. As fraturas no esqueleto axial ocorreram apenas na ordem Falconiformes, sendo uma fissura de calota craniana e outra no axis. No esqueleto apendicular foram detectadas fraturas acometendo um osso (n=60), fraturas múltiplas (n=24), fraturas com luxações/subluxações (n=12) e luxações/subluxações isoladas (n=7). Do membro torácico, o úmero foi o osso mais acometido (n=44) e o tibiotarso (n=23; 16,08%) no membro pélvico. Dos rapinantes recebidos no LWE (n=310), a ordem Accipitriforme foi a mais acometida por fratura e/ou luxação (59,35%), ao passo que a Falconiformes (7,42%) foi a com menor número de lesões. As fraturas no esqueleto axial ocorreram nas ordens Strigiformes (n=2) e Accipitriformes (n=1), sendo dois casos de fratura em mandíbula e uma luxação de ossículos esclerais. No esqueleto apendicular foram detectadas fraturas acometendo um osso (n=197), fraturas múltiplas (n=75), fraturas com luxações/subuluxações (n=20) e luxações/subluxações isoladas (n=22). A ulna (n=116) foi o osso mais acometido no membro torácico e o tibiotarso (n=27) no membro pélvico.