Aspectos do tratamento da insônia na Atenção Básica / Aspects of insomnia treatment in Primary Care

A insônia é um problema comumente relatado nas unidades de Atenção Primária à Saúde (APS), sendo descrita como uma insatisfação com o sono que deve estar acompanhada de sofrimento e/ou prejuízos funcionais importantes. Seu manejo terapêutico frequentemente utiliza benzodiazepínicos, a despeito dos r...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Souza, Francisca Vitória Pereira de, Toledo, Miguel Aguila, Sousa, Milena Nunes Alves de
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Recursos:Brazilian Journals Publicações de Periódicos e Editora Ltda
Repositorio:Brazilian Applied Science Review
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/23761
Acesso em linha:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BASR/article/view/23761
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Distúrbios do Início e da Manutenção do Sono
Atenção Primária à Saúde
Hipnóticos e Sedativos.
Descrição
Resumo:A insônia é um problema comumente relatado nas unidades de Atenção Primária à Saúde (APS), sendo descrita como uma insatisfação com o sono que deve estar acompanhada de sofrimento e/ou prejuízos funcionais importantes. Seu manejo terapêutico frequentemente utiliza benzodiazepínicos, a despeito dos riscos descritos e recomendações de que seu uso deve ser limitado a um curto período de tempo. Objetivou-se identificar recomendações consistentes para a abordagem da insônia na APS e esclarecer demandas quanto ao uso de benzodiazepínicos nesse contexto. Trata-se de uma revisão integrativa, utilizando os descritores “Distúrbios do Início e da Manutenção do Sono”, “Hipnóticos e Sedativos”, “Atenção Primária à Saúde” e suas associações em português e em inglês, nas bases de dados da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e PubMed. Os critérios de inclusão foram artigos publicados na língua inglesa ou portuguesa, texto completo e congruência com a pergunta norteadora. Foram excluídos estudos repetidos nas bases de dados selecionadas. Foram analisadas 10 publicações. Os resultados mostram que a abordagem não farmacológica deve ser a escolha inicial. O uso de benzodiazepínicos, quando necessário, deve ser restrito a um curto espaço de tempo e levar em consideração outros fatores, como a presença de comorbidades. A utilização prolongada da referida classe de medicamentos associa-se a prejuízos na qualidade de vida dos pacientes. Compreende-se a relevância do manejo adequado da insônia na APS, sendo necessário capacitar os profissionais e fortalecer a importância da abordagem holística no cuidado dos pacientes.