A herpetofauna da Fazenda Vital Brazil, município de Cachoeiras de Macacu, estado do Rio de Janeiro
O estado do Rio de Janeiro (RJ) encontra-se inserido no bioma Mata Atlântica, e ainda abriga uma elevada riqueza de vertebrados, incluindo espécies ameaçadas e endêmicas. Compreender como os diferentes organismos são afetados pelas alterações ambientais antrópicas é uma importante ferramenta para su...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.bdtd.uerj.br:1/18714 |
| Acceso en línea: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/18714 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Anfibian Reptiles Ecology Conservation Southeastern Brazil Anfíbios Répteis Ecologia Conservação Sudeste do Brasil CIENCIAS BIOLOGICAS::ECOLOGIA |
| Sumario: | O estado do Rio de Janeiro (RJ) encontra-se inserido no bioma Mata Atlântica, e ainda abriga uma elevada riqueza de vertebrados, incluindo espécies ameaçadas e endêmicas. Compreender como os diferentes organismos são afetados pelas alterações ambientais antrópicas é uma importante ferramenta para sua conservação. Anfíbios e répteis constituem modelos para estudos e ações de conservação, sendo utilizados como potenciais indicadores de qualidade ambiental. A herpetofauna no RJ está representada por 201 espécies de anfíbios e 132 espécies de répteis. Os efeitos provocados pela fragmentação e modificação de áreas naturais têm sido cada vez mais intensos, e muita das vezes irreversíveis, alterando interações ecológicas, estruturas de populações e comunidades além de resultar em processos de extinção. O presente estudo teve como objetivo realizar o primeiro inventário da herpetofauna da Fazenda do Instituto Vital Brazil, localizada no município de Cachoeiras de Macacu, Região Metropolitana do estado do Rio de Janeiro e avaliar estas taxocenoses por parâmetros ecológicos, suas distribuições por diferentes ambientes e estágios sucessionais de cobertura vegetal. Como metodologia foram utilizados a procura visual limitada por tempo e armadilhas de interceptação e queda com cerca-guia (pitfall traps with drift fences). Adicionalmente foram incorporados registros de encontros ocasionais, coleta por terceiros, registros fotográficos e consultadas as coleções herpetológicas do Museu Nacional do Rio de Janeiro e do Instituto Vital Brazil. Durante as campanhas, entre setembro de 2017 e agosto de 2018, foram registradas 19 espécies de anfíbios anuros, pertencentes a três famílias. Hylidae foi a mais representativa com 13 espécies, seguida de Leptodactylidae, com quatro e Bufonidae com duas. Para os répteis foram registradas 25 espécies sendo 18 de serpentes, Dipsadidae (n = 9), Colubridae (n = 5), Boidae (n = 2), Elapidae (n= 1) e Viperidae (n = 1) e 7 de lagartos, Teidae e Anguidae (n = 2), Gekkonidae, Leiosauridae, Phyllodactylidae, Tropiduridae com uma espécie cada. Entre os registros, 11 espécies de anfíbios anuros e seis de répteis são reconhecidas como endêmicas para a Mata Atlântica e apenas uma espécie exótica de lagarto (Hemidactylus mabouia) foi contabilizada. O ambiente com maior riqueza foi o campo antrópico e a maior similaridade encontrada foi entre as variações de mata secundária. Quando analisadas, as taxocenoses da herpetofauna da região estudada indicaram apresentar hábitos mais generalistas e menos especialistas. |
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