Desenvolvimento e caracterização de um cimento de α-tricálcio fosfato e sulfato de cálcio em forma de espuma para regeneração óssea
Cimentos de fosfato de cálcio (CPCs) são amplamente estudados como alternativa de biomaterial preenchedor não estrutural em cirurgias maxilofaciais, neurológicas e ortopédicas. A possibilidade de ser injetável permite reparar defeitos ósseos pequenos e irregulares com acesso minimamente invasivo e r...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/252769 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/252769 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Fosfato de cálcio Sulfato de cálcio Porosidade Bioatividades Injectable cement Foamed cement Calcium phosphate Calcium sulfate Porosity Bioactivity SBF |
| Sumario: | Cimentos de fosfato de cálcio (CPCs) são amplamente estudados como alternativa de biomaterial preenchedor não estrutural em cirurgias maxilofaciais, neurológicas e ortopédicas. A possibilidade de ser injetável permite reparar defeitos ósseos pequenos e irregulares com acesso minimamente invasivo e reduzir o tempo cirúrgico. O cimento deve degradar-se em um ritmo adequado para permitir neoformação óssea simultaneamente. A taxa de degradação depende de propriedades como a razão molar entre cálcio/fosfato (Ca/P), estrutura cristalina, área de superfície, porosidade e tamanho de poros. Uma via suficientemente porosa, com poros interligados, é necessária para permitir a formação de vasos sanguíneos e proliferação de células osteoprogenitoras. O objetivo deste estudo foi desenvolver e caracterizar um cimento preparado em forma de espuma, constituído pela fase alfa +6-6:-(ĺ6ĺ90*M3*0*6 Į-TCP) e sulfato de cálcio hemidratado (CSH). As proporções ,Qĺ9,Į-TCP/CSH foram: 90/10 (G90), 80/20 (G80), 70/30 (G70) respectivamente. A fase líquida foi composta por hidrogeno fosfato dissódio, surfactante, alginato de sódio e água destilada. Um grupo permaneceu sem CSH para ser usado como controle. A espuma foi obtida com a utlização de seringas unidas por um conector de PVC, de forma que a fase líquida e o ar foram misturados rapidamente empurrando os dois êmbolos das seringas alternadamente em direções opostas. Posteriormente, 6Y63=5,+,,:7=5(-60)65),(+67(9(6=ĺ9(:,90Q.(*6Qĺ,Q+6Į-TCP e pó de CSH até a formação de um cimento espumoso homogêneo. As características avaliadas foram: distribuição do tamanho dos poros, percentual de porosidade, estrutura cristalográfica e morfologia, bioatividade, degradação e pH. A Microtomografia computadorizada (micro-CT) revelou uma distribuição aleatória e grande variação de tamanho de poros (10µm a 1mm). A caracterização pela difração de RX (DRX) apresentou aumento dos picos de hidroxiapatita deficiente em cálcio (CDHA) em ĺ6+6:6:.9=76:(7]:(*6573,ĺ(9,(SQ6+,Į0+9]30:,+6Į-TCP e CSH após imersão em SBF. As análises pelo microscópio eletrônico de varredura (MEV) confirmaram os resultados do DRX e da espectroscopia no infravermelho por transformada de Fourier (FTIR) mostrando a variação superficial entre os grupos nos diferentes tempos de imersão. G90 e G80 exibiram formas petalóides de CDHA mais definidas após imersão na solução que simula fluido corpóreo (SBF). Os cimentos bifásicos Į-TCP/CSH) preparados em forma de espuma apresentaram maior porcentagem de 7696: 7ޒ+ 6 8=, 6 .9=76 +6 Į-TCP sem CSH. Os grupos com CSH apresentaram características desejáveis e promissoras para utilização em regeneração óssea. Estudos de biocompatibilidade e “in vivo” são necessários para confirmação destes achados. |
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